Marcadores

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Um pouco de etimologia

Todos deveríamos nos interessar um pouco sobre etimologia (de nossa língua pelo menos), porque daí teremos um vocabulário melhor. Mas antes disso vejam uma pequena definição de etimologia segundo a Wikipedia:

Etimologia (do grego antigo ἐτυμολογία, composto de ἔτυμον e -λογία "-logia"[1]) é a parte da gramática que trata da história ou origem das palavras e da explicação do significado de palavras através da análise dos elementos que as constituem. Por outras palavras, é o estudo da composição dos vocábulos e das regras de sua evolução histórica.

Algumas palavras derivam de outras línguas, possivelmente de uma forma modificada (as palavras-fontes são chamadas étimos). Por meio de antigos textos e comparações com outras línguas, os etimologistas tentam reconstruir a história das palavras - quando eles entram em uma língua, quais as suas fontes, e como a suas formas e significados se modificaram.

Os etimologistas também tentam reconstruir informações sobre línguas que são velhas demais para que uma informação direta (tal como a escrita) possa ser conhecida. Comparando-se palavras em línguas correlatas, pode-se aprender algo sobre suas línguas afins compartilhadas. Deste modo, foram encontrados radicais de palavras que podem ser rastreadas por todo o caminho de volta até a origem da família de línguas indo-européias.

A própria palavra etimologia vem do grego ἔτυμον (étimo, o verdadeiro significado de uma palavra, de 'étymos', verdadeiro) e λόγος (lógos, ciência, tratado).


Tá, legal, supimpa, mas por qual razão lógica, força maior da natureza, lei divina, classificação para o Mundial, alguém de TI vai estudar etimologia, já que o nosso objetivo é estragar a nossa língua misturando "portenglish", "espanhemão", etc, etc? A razão é a seguinte: para que entenda melhor o que está lendo e escrevendo!
Podemos encarar etimologia com programação: por que um administrador de rede tem que aprender técnicas de programação? Porque em algum momento ele pode se deparar com um script da vida e ele tem q pelo menos entender o que aquilo tá tentando fazer, sem precisar de um "programador intérprete" para ele.
Assim são as palavras, nós não vamos precisamos decorar o dicionário ou pesquisando na internet uma palavra pouco conhecida se nós sabermos a origem dela.
Ex: alguém aí sabe o que é isonomia? Antes de se sentir tentado a pegar um dicionário analise a estrutura dela: ela é composta de 2 radicais gregos iso(isos) + nomia(nomos), onde isos em grego significa 'igualdade' e nomos significa 'lei'. Então isonomia (isos + nomos) significa 'igualdade perante a lei'. Daí todas as palavras que vermos começando com iso já vamos saber que significa alguma coisa sobre igualdade e terminando com nomia ou nomio significa alguma coisa sobre lei. Daí não precisaremos usar todo o nosso poder mental e nerdice para conseguir entender o que realmente estamos lendo ou ouvindo! Legal né?

Ser quiser saber mais visite o blog:

Em breve estarei finalmente postando minhas aventuras com TI.

Abraços.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Teoria do infinito

AVISO: Isso é uma teoria do meu irmão!


Tah bom que não muda nada, continua como eu disse, " A matemática eh ilógica" (ateh agora , eh claro)

Antes de podermos dizer qual é o resultado de uma operação, há que nos perguntarmos o que significa exactamente. O que significa subtrair dois infinitos? Para tentarmos fazer uma ideia, vamos a aproximar-nos da questão a partir de dois pontos de vista diferentes: um analítico e outro de conjuntos.

Aproximação analítica

Infinito pode ser o resultado de uma passagem ao limite. Podemos ver o que se passa quando subtraímos duas sucessões de limite infinito.

Sejam as sucessões seguintes:

  • an = n;
  • bn = n2;
  • cn = n + k, onde k é um número real qualquer.
  • lim an = lim bn = lim cn = +∞

    Agora, se subtrairmos as sucessões e tomarmos limites, temos:
  • lim (bn - an) = lim (n2 - n) =+ ∞
  • lim (cn - an) = lim (n + k - n) = lim k = k

Conclusão provisória: ao subtrairmos duas sucessões de limite infinito, a sucessão resultante pode ter por limite qualquer coisa.

Aproximação conjuntista

O Infinito também pode ser o cardinal de um conjunto, ou seja, o número de elementos que esse conjunto tem. A ideia agora é tomarmos um conjunto de cardinal infinito, subtrair-lhe subconjuntos de cardinal também infinito, e ver qual é o cardinal do conjunto resultante. Não é muito diferente do que fazemos quando para explicar a uma criança quanto é três menos dois lhe dizemos: “se tenho três maçãs e como uma, com quantas maçãs fico?”.
Sejam os conjuntos seguintes:

IN = {1, 2, 3, 4 ...}, ou seja, o conjunto dos números naturais .
P = {2, 4, 6, 8 ...}, ou seja, o conjunto dos números pares.
I = {1, 3, 5, 7 ...}, ou seja, o conjunto dos números ímpares.
A1 = IN - {1}, ou seja, o conjunto dos naturais excepto 1.
A2 = IN - {1,2}, ou seja, o conjunto dos naturais excepto 1 e 2.
An = IN - {1, 2,..., n}, ou seja, o conjunto dos naturais excepto 1, 2, 3, ... ,n

Entenderemos por A - B o conjunto resultante de tirar ao conjunto A os elementos do conjunto B. Vejamos alguns casos:

1. IN - IN = Ø
Se ao conjunto dos números naturais lhe tirarmos todos os números naturais, o que nos sobra? Nada, claro. Ao conjunto que não tem elementos em matemática chamamos conjunto vazio.
Portanto, ∞ - ∞ = 0.

2. IN - P = I
Está claro - se aos números naturais lhe tirarmos os pares ficam os ímpares.
Então: ∞ - ∞ = ∞.

3. IN - A1 = {1}
Ao conjunto dos números naturais tiramos-lhe todos os naturais excepto 1.
Então: ∞ - ∞ = 1.

4. IN-An = {1, 2, ..., n}
Ao conjunto dos números naturais tiramos-lhe todos os naturais excepto 1, 2, 3, ... n.
Então: ∞ - ∞ = n.

Conclusão: se a um conjunto com uma quantidade infinita de elementos lhe tirarmos una quantidade infinita de elementos, o conjunto resultante pode ter... qualquer quantidade de elementos, inclusive nenhum.

Conclusão provisória:
Nenhuma das duas aproximações nos dá uma ideia de como podemos definir a diferença de infinitos para que tenha sentido. Eu não conheço nenhuma, mas isso não quer dizer nada, claro.

Infinido = nada

AVISO: Isso é uma teoria do meu irmão!

Não, não tenho certeza se tah certo, tô mandando esse e-mail pq tô revoltado de tanto estudar, mas é uma boa perda de tempo

note

0,999... = x
(0,999...).10 = x .10
(9,999... ) -x = 10x - x (lembrando que x = 0,999...)
9 = 9x
x = 9/9 = 1 (tah, isso a matemática explica, tudo bem, mas eu, em minhas pertubações mentais pensei)

imagine um número infinito que vou representar por '§' (a representação real é outra, mas não tem no teclado)

então
x . 10 = §.10
10x = § (já que o infinito vezes qualquer número real é infinito)
10x - x = § - x
9x = 0 (infinito - infinito = 0)
x = 0/9 = 0 logo infinito é igual a nadaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Começando do início

Ao contrário da famosa saga Star Wars, decidi começar realmente do início. irei postar aqui as minhas descobertas e consecuções em Java, Web e metodologias ágeis, coisas que ainda estou "engatinhando" porém evoluindo. Além de outras nerdices da vida em geral de áreas de "ciências exatas".

Aguardem em breve mais postagens, sua visita diária é muito importante para nós....